Ah, que saudades do Steve Jobs!

Em 9 de janeiro de 2007, Steve Jobs, subia ao palco da Macworld de São Francisco para apresentar o mais novo dispositivo da Apple, um tal de iPhone. Quinze anos depois, não é exagero dizer que vivemos em outro mundo. Já desconfiávamos na época que aquilo mudaria tudo e que estávamos diante de algo muito maior do que um simples produto.

Sem Botões

O mercado mobile em 2007 era dominado por marcas como Nokia e BlackBerry e por mais que o hardware dos flagships dessas empresas fosse excelente para a época, o software era difícil de usar. Com a chegada do iPhone, tudo isso mudou. Não tinha botões físicos e tudo era tocado através da tela de vidro. E foi esta mudança para a interface virtual que proporcionou uma flexibilidade muito maior, inclusive de atualizações de apps e do próprio Sistema Operacional.

Vale a pena rever o vídeo do evento de lançamento, disponível em alta qualidade no YouTube em seus quase 80 minutos de duração e com legendas em português. Sem dúvida, um registro histórico que a cada ano fica mais emblemático e importante.

No primeiro ano, foram vendidos um milhão e meio de iPhones. Hoje, esse volume é vendido a cada dois dias e meio.

O primeiro iPhone tinha uma tela de 3,5 polegadas, câmera traseira de 2 MP, até 8 GB de armazenamento e 128 MB de RAM. Sem teclado físico, um de seus maiores trunfos era o multitoque, que permitia movimentos como o zoom usando os dedos em forma de pinça. A App Store não existia e apenas ferramentas pré-carregadas podiam ser abertas, além de versões de redes sociais e outros aplicativos para navegador.

Hoje o primeiro iPhone virou item de colecionador e pode alcançar altos valores em sites especializados (por até US$10.000 no Ebay, com a embalagem original intacta, por exemplo)

Wagner Brenner

Fundador e editor do Update or Die.

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