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Paulo Miklos é um grande artista brasileiro, multi-instrumentista, cantor e compositor. Nos últimos anos também tem se destacado como ator, seja no cinema – onde estreou em 2001, no filme O Invasor – seja na televisão e até mesmo no teatro, onde debutou em 2016, com o espetáculo Chet Baker – Apenas um Sopro.

Paulistano, realizou o sonhou de infância de muita gente e, ao lado de colegas da escola, virou astro de rock. Com o Titãs, certamente uma das bandas mais bem sucedidas do Brasil, ele trabalhou por 34 anos, lançou mais de 20 discos e colecionou incontáveis prêmios. Separado do grupo desde o ano passado, em um desquite mais do que amigável, é bom frisar, atualmente tem focado suas energias no lançamento do seu terceiro disco solo, o A Gente Mora no Agora, lançado no começo de agosto.

Na conversa com Paulo Lima, Miklos fala sobre a produção do álbum e da parceria com Pupilo, Emicida, Céu, Russo Passapusso, Silva, entre outros. O cantor e ator também reflete sobre perdas, drogas, felicidade e revela qual foi o momento mais ridículo da sua carreira.