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A força dos clássicos na televisão que ainda alavancam audiências impressionantes

Zacarias, Mussum, Renato Aragão e Dedé Santana no filme "Os Saltimbancos Trapalhões", de J.B. Tanko.

Use com moderação: o controle remoto continua sendo um dos dispositivos mais poderosos da atualidade, uma vez que ele tem a urgente tarefa de sintonizar um canal e difundir sua programação. Uma escolha que diz muito sobre quem somos e, principalmente, quem seremos.

Há quem veja exagero na afirmação anterior, mas é necessário contextualizar: a televisão consegue unificar um país com dimensões continentais, uma disparidade social inegável e uma população de mais de 200 milhões de pessoas — das quais 63% declaram que a TV ainda é sua forma preferida de buscar informações, segundo a última pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social do governo.

Principal ferramenta de entretenimento, educação e informação do Brasil, o televisor reflete e molda a sociedade, uma vez que pauta as conversas nas ruas e, simultaneamente, é pautado pelos assuntos mais populares da época.

Noticiários à parte, é no entretenimento, no humor e nos programas de comportamento que o Brasil mostra mesmo sua cara. Quando não há compromisso com linhas editoriais, o que sobra é matéria-prima orgânica: a gente ri dos nossos absurdos e discute o nosso “jeitinho” em rede nacional, porque, como bem disse um dia Ferreira Gullar, “a arte existe porque a vida não basta”.

 

A importância da televisão é tanta, que quase todo mundo tem um apego, digamos, “emocional” a um programa ou personagem que figura ou figurou na nossa telinha — sem falar que os grandes ídolos nacionais brilharam por ali também.

Televisão conta a nossa história em ordem nem sempre cronológica: mostra nossos avanços e retrocessos como sociedade à medida que só amadurece como meio de comunicação e se firma como ponto de encontro.

É diante dela que nos reunimos para esquecer as horas, vibrar pela mocinha, descobrir coisas novas de assuntos de outra época e por aí vai. E nada disso envelhece, nem perde valor.

Uma espécie de ode à relevância televisiva em solo nacional, o VIVA leva ao ar os maiores clássicos da TV brasileira, dedicando sua programação a novelas, programas de humor e variedades.

Figura carimbada entre os canais mais assistidos da televisão por assinatura, o VIVA é a prova do potencial televisivo para reunir a família em uma atividade igualmente prazerosa e informativa – uma vez que as telenovelas são também um recorte da época em que se ambientam.

Ao apostar na exibição não-inédita, proporciona ainda uma chance para uma nova leitura, sobretudo das novelas. Ainda no núcleo da dramaturgia faz rir com os lendários “Os Trapalhões”, “Sai de Baixo”, “Toma Lá, Dá Cá”, “Escolinha do Professor Raimundo” e outras comédias, e provoca a conversa em atrações como “Encontro com Fátima Bernardes” e “Mais Você’, comandado por Ana Maria Braga.

Com oportunidades para anunciar diferenciadas, o VIVA busca trazer cada vez o mercado publicitário para essa conversa em torno do poder de conectar gerações. Para ampliar esse contato, acaba de lançar um hotsite dedicado a esse público: anuncie.canalviva.com.br

Com milhões de seguidores em suas mídias sociais e uma avalanche de hashtags, comentários, memes e vídeos virais, o VIVA silencia quem um dia pregou a “morte da televisão”: a TV tem muitas vidas, e todas elas passam ali. 

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