Knolling, a criatividade em ordem

Formato se tornou comum graças ao Instagram, mas o termo existe desde 1987, criado por Andrew Kromelow.
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Ordenar a criatividade. É isso que faz Nick Le com o projeto Gridfiti ao classificar, rotular e colocar objetos em linhas paralelas antes de imortalizá-los. O canadense trabalha com criativos ao redor do mundo organizando o material de trabalho deles e fotografando.

“Nós sempre vemos o resultado final, mas raramente vemos o contexto por trás disso”, explica Le. “É difícil ver as influências dos criativos, ou o material que eles usam para passar de uma ideia a um produto final”.

O que Le faz é focar nesta jornada, um processo que é íntimo e que ele ilumina por meio de flashes. Cada foto também é acompanhada de um texto onde ele aponta o processo criativo, explicando quem é o dono do equipamento e o que eles fazem, mas o produto final é algo secundário, Le não se concentra no resultado, mas sim no processo.

Suas fotografias então surgem como uma espécie de quebra-cabeça da criatividade, encorajando o espectador a buscar em sua mente o significado final.

“Ser capaz de reconstruir o processo através de knolling é algo único”.

Mesmo assim, ele defende a autonomia de suas fotografias, que podem ser apreciadas sem necessidade de conhecer o trabalho por trás delas.

“Elas realmente contam uma história por si mesmas”.

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Paula Romano

Jornalista freelancer interessada em arte, tecnologia, cultura e sempre em busca de novas histórias. Uma pessoa que adora viajar, descobrir novidades, aprender, filosofar e que fica feliz com a companhia de um chá, um felino e um bom livro no colo.

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